Mensagem da Administração do Fundo Colégios Fomento

Estimados pais,

Nos últimos quatro anos lectivos, o Fundo Colégios de Fomento, com a preciosa ajuda da Comissão de Bolsas, conseguiu pôr em pé um sistema efetivo de bolsas de estudo, que permite ajudar cada ano a mais de cem crianças com bolsas totais e parciais. Neste ano lectivo o valor das bolsas concedidas ascendeu a aproximadamente 250 mil euros.

O Regulamento para a concessão de bolsas estabelece uma série de critérios que permitiram apoiar famílias com baixos níveis de rendimentos e também famílias com um elevado número de filhos.

Para o ano lectivo 2017/18, o Fundo em colaboração com a Administração da Fomento, pretende reforçar esse apoio às famílias numerosas através do Programa 3+. Em síntese, as famílias irão pagar no máximo as mensalidades de três filhos. Este programa tornará os colégios de Fomento ainda mais amigos das famílias. De facto, até agora, a Fomento concedeu descontos pelo número de filhos de 5 a 35%. Pensamos que chegou o momento de reforçar essa política de forma transversal graças ao mencionado Programa.

Obviamente, vamos continuar a apoiar famílias com baixos rendimentos e pensamos reforçar, dentro das nossas possibilidades, o apoio a casais jovens com bolsas parciais por ciclo de ensino.

Aproveitamos esta oportunidade para agradecer aos benfeitores pelos donativos recebidos. Conforme prometido, estes foram integralmente investidos na concessão de bolsas e na construção do Colégio Horizonte, em Vila Nova de Gaia.

 

Pelo Fundo Colégios Fomento,

 

 

José Ramalho Fontes                                                                    Jon Velasco

 

Quem somos

O Fundo Colégios Fomento, consiste num património de administração autónoma da Fundação Maria António Barreiro, sem personalidade jurídica, destinado a promover o desenvolvimento e sustentabilidade do projecto educativo dos Colégios Fomento, em Portugal.

De entre as atividades relevantes de apoio aos Colégios, ganha especial importância a atribuição de bolsas de estudos aos alunos do Planalto, Mira Rio, Cedros e Horizonte.

A promoção e condução dos processos tendentes à atribuição de bolsas está a cargo de uma comissão, nomeada pela administração do Fundo Colégios Fomento.

As bolsas  de estudo  são  apoios  financeiros destinados a suportar os encargos correspondentes às propinas e outros valores devidos à Fomento pelos alunos beneficiários, nomeadamente os correspondentes à matrícula e reserva de matrícula.

As bolsas são concedidas aos Pais/Encarregados de Educação, mediante o ato de atribuição sendo o valor do apoio financeiro respetivo diretamente entregue à fomento por conta do aluno beneficiário.

A atribuição de bolsas é sempre precedida de um processo de candidatura nos termos previsto no regulamento criado para o efeito.

Os candidatos são classificados de acordo com 4 critérios:

a)      Capacidade económica da família;

b)      Ciclo de estudos em que se encontra;

c)       Informação académica do candidato e identificação da família com o projeto educativo;

d)      Estrutura do agregado familiar.

Processo de Candidaturas a Bolsas Fomento 2017/2018

1. Destinatários.

Entre os dias 14 e 31 de maio, estão abertas as candidaturas às bolsas de estudo do Fundo Colégios Fomento.

As bolsas destinam-se a alunos dos colégios Planalto, Mira Rio, Cedros e Horizonte que venham a frequentar os 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do ensino básico, o secundário e, no caso do Planalto, o Bacharelato Internacional, no ano letivo 2016/2017.

O processo de candidaturas decorre em simultâneo para os quatro colégios e as candidaturas serão apreciadas por um único júri, que ordenará os candidatos de acordo com o previsto no Regulamento de Bolsas, revisto em abril de 2017.

O processo de candidaturas é individual: deve ser promovido um processo de candidatura autónomo para cada educando, mesmo que vários candidatos integrem o mesmo agregado familiar.

Nos termos do art. 1.º/3 do Regulamento, recorda-se que os encarregados de educação dos alunos beneficiários não podem destinar as bolsas ao pagamento da escolaridade de outro educando ou de terceiro.

 

2. Infantil e berçário

Podem candidatar-se a bolsa de estudo os alunos que se encontrem a frequentar, no presente ano letivo 2016/2017, os 5 anos da infantil.

 Os alunos da infantil e os utentes do berçário são tidos, para todos os efeitos, como alunos dos Colégios Fomento na aplicação dos critérios que envolvam esta ponderação.

 

3. Programa 3+

A Administração do Fundo Colégios Fomento, procurando que cada vez mais famílias possam continuar a eleger este projeto educativo para os seus filhos, teve por bem criar o Programa 3 +, cuja regulamentação se encontra nos arts. 5.º a 7.º do Regulamento.

O Programa 3 + consiste num programa de bolsas gerais (art. 2,º/1 a) ao abrigo do qual, a partir do terceiro filho, todos os agregados familiares beneficiarão de bolsas totais. Fixa-se, apenas, um limite mínimo de pagamento, tal como constante do art. 6.º do Regulamento.

Assim:

(i) Uma família com 4 filhos, pagará apenas uma anuidade equivalente a 2,7 filhos (sem qualquer tipo de desconto), tendo por referência as anuidades mais altas. O mesmo é dizer: pagará, por completo, as duas primeiras anuidades mais altas e 70% da terceira anuidade mais alta. O valor remanescente, será suportado através de uma bolsa 3 +.

(ii) Uma família com 5 ou mais filhos, pagará apenas uma anuidade equivalente a 3 filhos (sem qualquer tipo de desconto), tendo por referência as anuidades mais altas. O mesmo é dizer: pagará, por completo, as três primeiras anuidades mais altas do seu agregado familiar, sendo as restantes suportadas através de uma bolsa 3 +.

Não obstante o Programa 3+ resultar uma assinalável ajuda para a generalidade das famílias com quatro ou mais filhos, em alguns casos tal não sucede.

Com efeito, da conjugação das diversas hipóteses previstas na Tabela de descontos fixada pela Administração da Fomento pode suceder que os descontos já existentes sejam mais favoráveis a certo agregado familiar do que a aplicação do Programa 3 + (se tivermos em conta, também, a obrigação de pagamento de contribuições solidárias, caso tal agregado auferisse de bolsa).

Nestes casos, o Programa 3 + não representará qualquer vantagem para a família em causa, razão pela qual – nos termos art. 5.º/3 do Regulamento – o Programa não se aplicará ao agregado familiar em causa.

Nada impede, naturalmente, que estas famílias se candidatem a bolsas, se assim o entenderem.

Já as famílias que passaram a estar abrangidas pelo Programa 3+, não poderão candidatar-se a bolsas (salvo o previsto no art. 7.º/2 do Regulamento).

 

4. Bolsas a atribuir.

À semelhança do que sucedeu nas passadas edições, as bolsas a atribuir não estão sujeitas a reintegração.

Contudo, uma vez que o exato valor das bolsas afetas ao Programa 3+ ainda não é possível conhecer com exatidão, a Comissão de Bolsas não se encontra em condições de avaliar quantas bolsas poderão ser atribuídas.

Estimamos, contudo, que não deixarão de ser atribuídas cerca de 70 bolsas e tentaremos respeitar a ratio habitual entre bolsas totais e parciais.

As bolsas totais cobrirão a integralidade dos custos académicos do aluno, no ano letivo 2017/2018.

Para as bolsas parciais, a Comissão de Bolsas mantém o valor médio de € 1.500,00, ficando os candidatos a dever à Fomento o remanescente da anualidade. As bolsas parciais serão mais elevadas quanto mais adiantado o ciclo de estudos em que os alunos se encontram. O valor concreto das bolsas parciais para cada ciclo de ensino será divulgado pela Comissão de Bolsas aquando da publicação dos resultados provisórios das candidaturas.

As bolsas apenas suportam os custos estritamente académicos.

À semelhança do que ocorreu na passada edição, a Comissão reservará 5 bolsas para acudir a situações de manifesta emergência económica de alguma família, a atribuir segundo juízos de equidade.

 

5. Critérios de classificação das candidaturas.

De acordo com o previsto no art. 9.º do Regulamento de Bolsas, para cuja fundamentação se remete, as candidaturas serão classificadas de acordo com a capacidade económica da família, o ciclo de estudos em que o candidato se encontra, a sua informação académica e a estrutura do agregado familiar.

O júri atribui a cada uma das candidaturas uma pontuação de 0 a 10 referente a cada um dos critérios de classificação, sendo tanto mais alta a pontuação atribuída em cada critério quanto, à sua luz, se mostrar mais justificada a atribuição da bolsa.

Para efeitos do disposto no art. 9.º/8 do Regulamento de Bolsas, a Comissão determina a seguinte ponderação relativa dos critérios de classificação:

(i) capacidade económica da família – ponderação relativa de 40%;

(ii) estrutura do agregado familiar – ponderação relativa de 25%;

(iii) informação académica do candidato e identificação da família com o projeto educativo – ponderação relativa de 20%;

(iv) ciclo de estudos em que se encontra – ponderação relativa de 15%.

 

6. Ponderação do critério “capacidade económica da família” (art. 6.º/1 a).

A capacidade económica da família é avaliada de acordo com a seguinte equação: (rendimentos totais – custos de habitação – custos de saúde) / (número de pessoas do agregado familiar + outros dependentes).

Havendo mais do que uma candidatura na mesma família, em caso de atribuição de bolsa, o valor da bolsa atribuída ao primeiro educando melhor classificado será somado ao rendimento familiar para efeitos de ponderação do critério de capacidade económica.

Recorda-se que, nos termos do art. 10.º/2 do Regulamento, a nenhuma família são atribuídas bolsas em número superior a metade do número de educandos a frequentar os Colégios Fomento.

Se o número de educandos for em número impar, são atribuidas as bolsas correspondentes ao número inteiro imediatamente superior, em favor da família.

Uma vez que o prazo de candidaturas corre antes de findo o prazo para a apresentação do IRS, os dados referentes à capacidade económica – rendimentos, despesas de habitação e saúde – ficarão sujeitos a confirmação posterior, mediante a junção da declaração de IRS referente ao ano de 2016.

Serão excluidas as candidaturas que não vierem a fazer prova, em tempo, dos elementos referentes à sua capacidade económica ou que os documentos juntos revelem desconformidade com os valores declarados.

 

7. Submissão das candidaturas.

As candidaturas são feitas online.

Os encarregados de educação deverão preencher tantos formulários electrónicos quantas as candidaturas que decidam apresentar.

O formulário encontra-se no link abaixo:

https://goo.gl/forms/H4HjWvTRFf4OUiD82

 

Do próprio formulário consta um termo de responsabilidade de acordo com o qual os encarregados de educação atestam, por sua honra, serem verdadeiras todas as informações prestadas no âmbito da candidatura.

 

8. Publicação da identidade dos concorrentes e dos resultados.

O atual art. 11.º/6 do Regulamento dispõe do seguinte modo: “O resultado final do processo não pode ser nominalmente revelado à comunidade educativa. Contudo, a comissão de bolsas, querendo, pode revelar a identidade dos agregados familiares que se apresentam a candidaturas.”.

Após cuidada ponderação, e por razões de reforço de transparência, a Comissão de Bolsas decidiu tornar pública para toda a comunidade educativa a identidade dos encarregados de educação que concorrem a bolsas.

Assim, findo o prazo de candidaturas, será publicada uma lista com o nome de todos os encarregados de educação (e só destes) que apresentaram candidaturas dos seus educandos.

A partir desse momento, o processo será reservado, tal como nos anos anteriores: a cada candidatura será atribuído um número de identificação e a  correspondência entre o número de identificação da candidatura e o respetivo agregado familiar apenas será conhecida pelos interessados, pela Comissão de Bolsas e pelos sujeitos envolvidos na avaliação das candidaturas, em concreto, as Direcções dos Colégios e a Fomento.

 

9. Contribuição solidária

Nos termos previstos no art. 18.º do Regulamento, recorda-se que a atribuição de bolsa implica a assunção, por parte dos beneficiários, da obrigação de realizar todos os meses, e durante os três anos subsequentes, uma contribuição solidária que ajude à recapitalização do Fundo e à atribuição de novas bolsas.

A Comissão determina que a contribuição solidária mínima, no âmbito desta candidatura, é fixada em € 25,00 mensais, para os beneficiários de bolsas totais; e em € 15,00 mensais, para os beneficiários de bolsas parciais.

Recorda-se que, nos termos do art. 7.º/1 do Regulamento, as bolsas atribuídas no âmbito do Programa 3+ são havidas, para efeitos de contribuição solidária, como bolsas totais.

 

10. Exclusão de bolsa

Para além dos demais casos previstos no Regulamento, são liminarmente excluídas as candidaturas dos alunos cujos encarregados de educação não tenham a situação financeira regularizada junto da Fomento.

Nos termos do art. 13.º/2, existindo dívidas junto da Fomento, entende-se que a situação financeira se encontra regularizada se existir um acordo de regularização de dívidas a ser executado. 

São igualmente excluídas as candidaturas dos alunos do agregado familiar que, tendo beneficiado de bolsas nos anos letivos anteriores, não tenha regularizado as contribuições solidárias regulamentarmente devidas.

As contribuições solidárias devem encontrar-se regularizadas até à data da publicação provisória dos resultados das candidaturas.

 

11. Informação Adicional.

Para qualquer outra informação e dúvida sobre a Convocatória por favor utilize o seguinte endereço de correio electrónico: comissão.bolsas@gmail.com

Toda a informação relevante está também disponível no website da Comissão.

 

Lisboa/Porto, 14 de maio de 2017

Pais Automáticos

É uma iniciativa para as famílias (e amigos) dos colégios que aceitem contribuir todos os meses com uma quantia para bolsas.

Pode colaborar com a iniciativa PAIS AUTOMÁTICOS através do NIB ou plataforma EASYPAY.

NIB: PT50 0010 0000 5179 7280 0020 7

O NIB é exclusivo para as contribuições no âmbito da iniciativa Pais Automáticos e pertence à Fundação Maria António Barreiro.

EASYPAY: através do seguinte link -  https://www.easypay.pt/form/?f=pais-automaticos

 

Para mais informações contatar através do endereço de email:

paisautomaticos@gmail.com

 

Contribuições Solidárias - como proceder ao pagamento

Contribuições Solidárias - como proceder ao pagamento

         Nos termos do art. 18.º do Regulamento de Bolsas de Estudo, os encarregados de educação dos candidatos que beneficiaram de bolsas devem realizar uma contribuição solidária mensal, por um período de três anos.
Como é do vosso conhecimento, o valor da contribuição foi fixado em € 25,00, para bolsas totais e € 15,00, para bolsas parciais.
A fim de facilitar a realização dos pagamentos e permitir uma melhor monotorização por parte da Comissão de Bolsas, pedimos a vossa melhor atenção para os esclarecimentos que se seguem:
 
         1 – A contribuição solidária é devida por cada bolsa atribuída.

         Assim, os encarregados de educação devem realizar tantas contribuições quantas as bolsas recebidas pelos educandos do seu agregado familiar.

          Por exemplo: Se um educando recebeu uma bolsa total no ano letivo 2013/2014 e uma bolsa parcial no ano letivos 2014/2015, os encarregados de educação deverão efetuar uma contribuição solidária de € 25,00/mês, desde setembro de 2013 a agosto de 2016 e outra contribuição solidária de € 15,00, desde setembro de 2014 a agosto de 2017.
 

         2 – As contribuições são devidas desde o mês de setembro do ano letivo a que dizem respeito.

         Assim, e como resulta do ponto 1, as contribuições relativas ao ano letivo 2013/2014 são devidas desde setembro de 2013 e as contribuições relativas ao ano letivo 2014/2015 são devidas desde setembro de 2014.
 

         3 – A partir de fevereiro de 2015, todos os pagamentos das contribuições solidárias serão feitos a partir da plataforma EASYPAY, através de uma das seguintes opções:

          a)  Por entidade referência multibanco, sem custos envolvidos.
          b) Por débito direto em conta, sem custos envolvidos.

          Para o efeito, os interessados deverão aceder ao link  https://www.easypay.pt/form/?f=colegios-fomento e escolher a modalidade de pagamento pretendida, preenchendo o formulário.


         4 - Indicações para o preenchimento do formulário online (https://www.easypay.pt/form/?f=colegios-fomento)

         No preenchimento do formulário referente à modalidade de pagamento, deve ser observado o seguinte:

          a) Os pais devem autorizar tantos débitos diretos ou gerar tantas referências multibanco quantas as    bolsas que os seus filhos estão a receber.

          Por exemplo: No mesmo agregado familiar, os filhos A e B estão a receber, cada um, uma bolsa total referente aos anos letivos 2013/2014 e 2014/2015. Os códigos das candidaturas são, para o A, CB005 e ID006, e, para o B, CB007 e ID008.
         Os pais devem pagar, assim, 4 contribuições solidárias/mês: uma por cada bolsa e por cada ano letivo de cada um dos seus filhos.
         Para efetuar o pagamento, os pais deverão:
        (i) Ou autorizar 4 débitos diretos, um por cada bolsa;
        (ii) Ou gerar, todos os meses, 4 referências multibanco, uma por cada bolsa.  
    
         b) Na informação pessoal​, o nome a preencher é o do aluno, seguido do código de candidatura.

          Por exemplo: Para cada débito direto ou referência multibanco, os pais de A e B devem proceder do seguinte modo, no campo informação pessoal:
         - A..... - CB005;
         - A..... - ID006;
         - B.... - CB007;
         - B .... - ID008.

        c) O NIF a preencher é o do aluno (não o do pai/mãe), para efeitos de IRS.

       d) A entidade beneficiária do pagamento é a Fundação Maria Antonia Barreiro (501 661 638), e não o Fundo Colégios Fomento ou a Fomento.

       Como é do conhecimento de todos "o Fundo Colégios Fomento (...) consiste num património de administração autónoma da Fundação Maria Antónia Barreiro, sem personalidade jurídica, destinado a promover o desenvolvimento e sustentabilidade do projecto educativo dos Colégios Fomento, em Portugal" (vide introdução ao Regulamento de Bolsas de Estudo).

       A entidade jurídica que recebe as contribuições é, portanto, a Fundação, uma vez que o Fundo não goza de personalidade jurídica. O NIB para onde as contribuições têm sido realizadas, até agora, é também o correspondente a uma conta da Fundação.

      Recordamos que o não pagamento das contribuições solidárias implica a exclusão liminar de qualquer candidatura a bolsas no ano letivo subsequente.